O livro completo

Livro do Amor e da Consciência

24 capítulos · 144 perguntas · leitura livre e gratuita

Como ler este livro

As cento e quarenta e quatro perguntas formam um percurso. As primeiras examinam o valor da existência, Deus, a fé e Jesus. Em seguida, o livro se aproxima da consciência, do corpo, da liberdade e dos vínculos. O sofrimento e a responsabilidade preparam a reflexão sobre a morte e a continuidade pessoal. As partes finais desenvolvem a caridade cotidiana, a oração e a vida comunitária. Os conceitos voltam quando uma nova dificuldade exige compreendê-los melhor.

É possível ler em sequência ou começar por uma necessidade. Quem procura reflexão sobre uma perda encontrará os capítulos treze a dezesseis; quem está às voltas com culpa e recomeço pode buscar os capítulos onze, doze e dezenove. O valor da pessoa e o cuidado de si atravessam os capítulos um, cinco, seis e oito. As questões de convivência e comunidade aparecem sobretudo nos capítulos dezessete a vinte e dois. Nenhum desses acessos substitui o conjunto, mas cada um pode oferecer um início verdadeiro.

Uma resposta filosófica pede tempo para que suas distinções ganhem vida. Distinguir utilidade e dignidade, por exemplo, pode parecer simples até que uma perda de capacidade nos faça sentir dispensáveis. Distinguir perdão e confiança se torna difícil quando desejamos que uma reconciliação aconteça depressa. Vale deter-se no ponto em que o argumento encontra resistência. A dificuldade pode revelar uma pergunta melhor, uma experiência ainda não acolhida ou um limite da própria resposta.

O formato de perguntas e respostas organiza o diálogo, mas não o encerra. Não há um interlocutor sobrenatural por trás dessas páginas. A voz que responde é a voz humana da obra, formulando as convicções que a orientam. O leitor não precisa reproduzir essa voz para ser ouvido. A conversa continua quando alguém explica por que não concorda, relata uma experiência que complica o argumento ou mostra uma consequência que não foi considerada.

Nas referências a Deus, empregamos a maiúscula reverencial em nomes, pronomes e atributos que O designam ou identificam algo como procedente dEle. A convenção acompanha o sentido: Seu Amor, Sua Presença e Sua Bondade. Quando a palavra se refere à experiência humana, conserva sua escrita comum. Essa escolha expressa reverência; o pensamento ainda precisa explicar o que afirma e a vida precisa responder pelo modo como age.

Parte 01

O Amor que precede a nossa resposta

Parte 02

A pessoa e a liberdade de amar

Parte 03

O sofrimento e o amadurecimento da consciência

Parte 04

A vida que atravessa a morte

Parte 05

A caridade na vida compartilhada

Parte 06

A fé que se torna presença

Para acompanhar a leitura